Europa Press/Contacto/Peter Kovalev - Arquivo
MADRID 17 jul. (EUROPA PRESS) -
O governo russo alertou nesta sexta-feira o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que nunca surgiu nenhuma prova concreta de que Moscou tenha tentado interferir nas eleições americanas de 2020, como o presidente americano voltou a denunciar ontem à noite em um discurso televisionado, no qual apontou a China e “outros adversários”.
O porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, respondeu a Trump que todas as investigações e inquéritos realizados pelas agências de inteligência dos Estados Unidos “concluíram que a Rússia não influenciou de forma alguma as eleições americanas”.
Peskov ressaltou a origem das investigações, “que não partiram nem de nossas forças de segurança, nem de nossos órgãos, mas dos americanos”, e todas elas chegaram à mesma conclusão de que Moscou não interveio nas eleições americanas que terminaram com a vitória de Joe Biden.
O relatório mais relevante sobre o assunto, proveniente da Agência Nacional de Inteligência e publicado em 2021 durante o governo Biden, acusa o presidente russo, Vladimir Putin, de “ordenar operações para minar a confiança pública no sistema eleitoral” mas, “ao contrário do que ocorreu em 2016”, durante a primeira vitória de Trump, “não foram observados esforços cibernéticos russos para acessar a infraestrutura eleitoral”.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático