Publicado 09/07/2026 10:18

A Rússia frustra um suposto plano dos serviços de inteligência da Ucrânia para assassinar um alto funcionário do Ministério da Defes

Imagem de arquivo da bandeira da Rússia.
Europa Press/Contacto/Alexander Polegenko

MADRID 9 jul. (EUROPA PRESS) -

O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB, sigla em russo) frustrou nesta quinta-feira um suposto plano dos serviços de inteligência da Ucrânia para assassinar um alto funcionário do Ministério da Defesa em Moscou, capital do país, por meio do uso de drones.

Em um comunicado, o FSB informou que “após uma série de operações de investigação e contra-espionagem, foi possível frustrar uma tentativa de assassinato por parte da inteligência ucraniana, com a participação direta de patrocinadores europeus, que buscavam realizar atos terroristas e de sabotagem em uma escala sem precedentes”.

Para isso, explicou, a inteligência ucraniana planejava utilizar veículos aéreos não tripulados, que seriam mobilizados sobre instalações militares, complexos industriais e pessoal do Ministério da Defesa russo, conforme consta no texto, que destaca que, dessa forma, “conseguiu-se impedir um ataque contra um alto funcionário desse Ministério em Moscou”.

As investigações em questão resultaram na prisão de uma mulher de origem russa, nascida em 2001, que teria sido recrutada em 2024 pelos serviços de inteligência da Ucrânia por meio do WhatsApp para “realizar tarefas de reconhecimento e, assim, localizar possíveis alvos em Moscou e São Petersburgo”.

Posteriormente, em março de 2026, enquanto “cumpria as tarefas que lhe foram atribuídas”, a mulher alugou um apartamento em Moscou, onde “instalou câmeras de vídeo para vigiar a residência e o veículo do alvo em questão, transmitindo as imagens para a Ucrânia”.

“A acusada admitiu sua culpa e está cooperando com a investigação”, destacou, antes de esclarecer que ela foi colocada sob custódia. “A Rússia alerta seus cidadãos de que as agências de inteligência ucranianas estão utilizando imóveis alugados para realizar ataques terroristas no país”, concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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