Annette Riedl/dpa - Arquivo
MADRID 12 mar. (EUROPA PRESS) -
O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB, na sigla em russo) informou nesta quinta-feira que as forças de segurança do país conseguiram frustrar um suposto plano atribuído à Inteligência da Ucrânia para atacar um alto oficial militar na península da Crimeia, um território anexado em 2014 por Moscou.
“Foi evitado um ato terrorista que estava sendo preparado pelos serviços especiais da Ucrânia contra um alto oficial militar que faz parte das unidades do Ministério da Defesa da Rússia”, indicou o FSB em um comunicado.
Assim, explicou que o suspeito é um residente de 39 anos da cidade de Sebastopol que teria entrado em contato com uma “organização terrorista proibida na Rússia por iniciativa própria e através do Telegram”. “Esta organização é controlada pelos serviços especiais da Ucrânia”, afirmou.
O documento indica que o suspeito estava “reunindo informações sobre possíveis efetivos russos com o objetivo de organizar atividades de sabotagem e terrorismo em território russo”. Além disso, indicou que ele teria “recebido a tarefa de eliminar um militar das Forças Armadas da Rússia colocando sob seu carro um artefato explosivo improvisado controlado por rádio”.
No entanto, ele foi detido antes de poder levar a cabo o atentado. O suspeito encontra-se atualmente sob custódia, conforme destacado pelo FSB, que acusou as agências de inteligência ucranianas de “continuarem a procurar, através das redes sociais e da Internet, possíveis candidatos para perpetrar ataques terroristas e outros atos com o objetivo de prejudicar o país”.
“Todos os indivíduos que acessarem e ajudarem o inimigo serão identificados, julgados, perseguidos e encarcerados com penas que incluem prisão perpétua”, concluiu.
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