Publicado 04/04/2025 07:24

A Rússia expulsa três diplomatas moldavos "em reciprocidade" a uma ação semelhante de Chisinau.

Archivo - Arquivo - Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov (arquivo)
Jesus Vargas/dpa - Arquivo

MADRID 4 abr. (EUROPA PRESS) -

O governo russo ordenou na sexta-feira a expulsão de três diplomatas da Moldávia em resposta à decisão de Chisinau de declarar três funcionários da embaixada russa na capital moldava como "persona non grata" por supostamente realizarem atividades contrárias ao seu status diplomático.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse em um comunicado que, nas últimas horas, convocou a embaixadora da Moldávia em Moscou, Lilian Darius, para apresentar um "forte protesto" contra a decisão de Chisinau, anunciada em 31 de março, e para enfatizar que "a Embaixada da Federação Russa na Moldávia opera totalmente de acordo com as disposições da Convenção de Viena de 1961 sobre Relações Diplomáticas".

Ele disse que "qualquer tentativa de acusar a missão diplomática russa de interferência nos assuntos internos da Moldávia é infundada" e enfatizou que, "com base no princípio da reciprocidade", as autoridades russas declararam três funcionários da embaixada da Moldávia como 'persona non grata'. Eles devem deixar nosso país", concluiu.

A decisão de Moscou foi tomada dias depois que a Moldávia ordenou a expulsão de três funcionários da embaixada russa em Chisinau por "atividades contrárias ao status diplomático no território da República da Moldávia", logo após o chefe do Serviço de Inteligência e Segurança da Moldávia, Aleksander Musteata, acusar as autoridades russas de ajudar o deputado Alexander Nesterovsky, condenado por corrupção, a fugir para a Transnístria, uma região separatista moldava simpática a Moscou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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