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MADRID 4 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas informaram nesta quinta-feira sobre a expulsão de um funcionário da embaixada da Estônia em Moscou, em resposta a uma medida semelhante adotada em meados de agosto por Tallinn, que convocou o encarregado de negócios russo para informá-lo de que um funcionário havia sido declarado "persona non grata".
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia indicou agora que, depois de convocar o encarregado de negócios da Estônia, Marek Uhtegi, decidiu expulsar um funcionário, uma medida que faz parte de um rebaixamento das relações bilaterais entre as partes, à medida que a invasão russa na Ucrânia continua.
"Expressamos ao chefe da missão diplomática da Estônia nosso protesto contra a expulsão de um funcionário russo da embaixada em Tallinn. Com base no princípio da reciprocidade, o lado russo anunciou a saída de um diplomata estoniano", disse o ministério em um comunicado.
No entanto, o ministro das Relações Exteriores da Estônia, Margus Tsahkna, explicou no mês passado que a expulsão do diplomata russo se deveu às suas "ações", que "minaram a ordem constitucional e o sistema jurídico da Estônia". "Ele procurou dividir a sociedade e contribuir para a prática de crimes contra o Estado", disse ele.
"A interferência contínua da embaixada russa nos assuntos internos da Estônia deve terminar o mais rápido possível. Com essa expulsão, mostramos que não toleraremos tais atos", disse ele.
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