Publicado 13/11/2025 08:29

A Rússia diz que a Ucrânia "será forçada a negociar, mais cedo ou mais tarde", para pôr fim à guerra

Moscou adverte que Kiev terá que fazer isso "de uma posição pior" quanto mais tempo passar, e promete continuar a ofensiva

Archivo - Arquivo - O presidente russo Vladimir Putin durante uma visita oficial à capital chinesa Pequim (arquivo).
---/Kremlin/dpa - Arquivo

MADRID, 13 nov. (EUROPA PRESS) -

O Kremlin disse nesta quinta-feira que a Ucrânia "deve saber que será forçada a negociar mais cedo ou mais tarde" para conseguir pôr fim à guerra e advertiu que "o fará de uma posição pior" quanto mais tempo demorar, antes de acusar novamente Kiev pela falta de progresso no processo de conversações.

"O lado ucraniano deve saber que, mais cedo ou mais tarde, será forçado a negociar, mas de uma posição muito pior. A posição do regime de Kiev está piorando a cada dia", disse o porta-voz da presidência russa, Dmitry Peskov, de acordo com a agência de notícias russa Interfax.

Ele reiterou que a posição de Kiev está "formalizando uma posição de fato na qual o lado ucraniano não tem vontade de continuar os contatos ou as conversas", o que ele descreveu como "triste", antes de dizer que as autoridades russas continuarão sua ofensiva militar.

"Já que não é possível continuar as conversações, continuaremos a operação militar especial - nome dado por Moscou à invasão da Ucrânia - com todos os esforços possíveis para atingir as metas estabelecidas pelo comandante-chefe", disse ele, acrescentando que "a Rússia quer a paz verdadeira".

"A Rússia está aberta a resolver o problema ucraniano por meios políticos e diplomáticos, mas na ausência de tal oportunidade, uma vez que as portas foram fechadas pelo regime de Kiev, estamos dando continuidade à operação militar especial e nossa principal prioridade é garantir a segurança das gerações futuras e cumprir as tarefas que temos pela frente", disse ele.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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