Europa Press/Contacto/Cedar Barnes
MADRID 2 jan. (EUROPA PRESS) -
O governo russo se distanciou nesta sexta-feira do bombardeio na cidade ucraniana de Kharkov, que deixou cerca de trinta pessoas feridas, e atribuiu o ocorrido à detonação de munição ucraniana armazenada em um edifício.
O Ministério da Defesa russo garantiu que "as Forças Armadas russas não planejaram nem realizaram ataques com mísseis ou ataques aéreos dentro dos limites da cidade de Kharkov", alegando que as acusações de Kiev "buscam distrair a comunidade internacional do brutal ataque terrorista" perpetrado no dia anterior em Khorli (Kherson), que deixou cerca de trinta pessoas mortas.
O ministério disse que imagens de testemunhas oculares publicadas pela mídia ucraniana "mostram uma densa fumaça de origem desconhecida" em um shopping center "vários segundos antes da explosão, o que indica que a munição armazenada pelas Forças Armadas da Ucrânia provavelmente detonou dentro do shopping center".
A declaração de Moscou, publicada no canal Telegram da Defesa, veio depois que o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky condenou o "hediondo" ataque russo, dizendo que "infelizmente, é assim que a Rússia trata a vida e as pessoas: eles continuam a matar, apesar de todos os esforços por parte dos países do mundo, e especialmente dos Estados Unidos, no processo diplomático".
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático