Publicado 18/02/2026 11:20

A Rússia denuncia que pilotos de caça holandeses estão na Ucrânia e avisa que serão "alvos legítimos".

Archivo - Arquivo - 3 de outubro de 2024, Kiev, Ucrânia: Um avião Su-27 das Forças Armadas da Ucrânia equipado com mísseis voa no espaço aéreo da Ucrânia. Um avião Su-27 das Forças Armadas da Ucrânia patrulha o espaço aéreo na região de Kiev durante o anú
Europa Press/Contacto/Aleksandr Gusev - Arquivo

MADRID 18 fev. (EUROPA PRESS) - As autoridades russas denunciaram nesta quarta-feira que pilotos de caça provenientes dos Países Baixos se juntaram ao Exército ucraniano, garantindo que serão considerados “alvos legítimos” das forças russas.

“Não é a primeira vez que se vê mercenários holandeses nas fileiras das Forças Armadas da Ucrânia”, afirmou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zajarova, insistindo que essa medida segue a cessão de 24 caças F-16. “Agora, parece que os pilotos 'fora de serviço' foram adicionados à lista de equipamentos”, enfatizou.

A porta-voz afirmou que “qualquer especialista estrangeiro que participe em operações de combate contra as Forças Armadas da Rússia será considerado um alvo militar legítimo” e que “não se pode esperar clemência”, independentemente da sua integração nas forças ucranianas.

Nesse sentido, Zajarova alertou que os Países Baixos estão cada vez mais envolvidos no conflito direto com a Rússia e salientou que “os mercenários estão fora do âmbito do Direito Internacional”. “Eles não estão protegidos pelas Convenções de Genebra. Aconselhamos que leiam os depoimentos de testemunhas oculares antes de se dirigirem para a frente de batalha”, acrescentou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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