Bai Xueqi / Xinhua News / Contactophoto - Arquivo
MADRID 7 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas acusaram nesta terça-feira a Ucrânia de lançar mais de 400 drones contra a região de Moscou, no que seria o maior ataque contra a capital desde o início da guerra, em fevereiro de 2022, após a ordem de invasão assinada pelo presidente russo, Vladimir Putin.
O prefeito de Moscou, Sergei Sobianin, indicou em um comunicado nas redes sociais que, desde a tarde de segunda-feira, foram registrados 430 drones lançados “em direção à região de Moscou”, sem se pronunciar sobre possíveis vítimas ou danos materiais.
“A maioria foi neutralizada à distância pelos sistemas de defesa aérea”, afirmou ele, antes de acrescentar que um total de 36 aparelhos foram destruídos “ao se aproximarem de Moscou”, sem fornecer detalhes sobre os locais onde foram abatidos.
Por sua vez, o Ministério da Defesa russo indicou em um comunicado que os sistemas de defesa antiaérea destruíram 452 drones nas últimas horas em 15 regiões do país, incluindo a região de Moscou, bem como nas águas do Mar de Azov e do Mar Negro e na Península da Crimeia, anexada em 2014.
Os ataques ocorreram um dia depois de a Rússia ter lançado um novo “ataque maciço” contra a capital da Ucrânia, Kiev, que deixou pelo menos 19 mortos, dias após um bombardeio em grande escala contra a cidade que deixou mais de 30 mortos — fatos que levaram a Ucrânia a solicitar uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
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