ORGANISMO INTERNACIONAL DE LA ENERGÍA ATÓMICA
O chefe da Rosatom considera solicitar o adiantamento das reuniões previstas para julho com a AIEA
MADRID, 18 maio (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas denunciaram nesta segunda-feira que, nas últimas 24 horas, foram registrados centenas de ataques perpetrados pelo Exército da Ucrânia com o auxílio de veículos aéreos não tripulados contra a usina nuclear de Zaporizhia, controlada pelas forças russas e localizada no sudeste da Ucrânia.
O diretor-geral da empresa estatal russa de energia Rosatom, Alexei Lijachev, indicou durante uma coletiva de imprensa que foram lançados “dezenas de ataques contra o território da usina e contra a cidade” de Energodar. “Às 11h (hora local), a cidade permanecia sem fornecimento de energia elétrica”, esclareceu.
Além disso, ele ressaltou que a infraestrutura da cidade de Energodar, localizada mais ao sul, está “no limite de suas capacidades”. “O número de ataques contra a localidade e a usina de Zaporizhia está aumentando constantemente após o cessar-fogo que esteve em vigor de 8 a 11 de maio”, afirmou.
Lijachev, que explicou que “está sendo feito todo o possível para que a situação continue sob controle”, afirmou que se trata de uma situação “sem precedentes” e denunciou a queda de um drone sobre uma creche: “Felizmente, não havia crianças”, segundo informações coletadas por agências de notícias russas.
Nesse sentido, ele informou que a Rússia e representantes da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) poderiam se reunir antes de julho — data inicialmente prevista para manter contatos — para abordar precisamente a questão desses ataques contínuos antes da data inicialmente acordada.
“No momento, temos as conversas agendadas para julho, mas talvez a situação exija um contato mais rápido e mais eficaz com a AIEA”, observou Lijachev.
Além disso, as autoridades russas acusaram no domingo as forças ucranianas de atacar a subestação de Raduga. Este seria o terceiro dia consecutivo de ataques à usina de Zaporizhzhia, a maior usina nuclear da Europa. “Isso é inaceitável do ponto de vista da segurança nuclear e da radiação”, afirmaram na ocasião.
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