Europa Press/Contacto/Dmitry Radchenko
MADRID 3 jun. (EUROPA PRESS) -
O Comitê Investigativo da Rússia culpou diretamente a Ucrânia pelo colapso de duas pontes nas regiões russas de Bryansk e Kursk no último fim de semana, depois de localizar restos de explosivos em ambos os locais.
Svetlana Petrenko, chefe do Comitê, disse na terça-feira que, após as investigações iniciais, os investigadores concluíram que se tratava de dois "atos terroristas" e que os responsáveis estavam, em última análise, seguindo "ordens do regime de Kiev", de acordo com um comunicado emitido pela organização.
Sete pessoas foram mortas e mais de cem ficaram feridas nas duas explosões, que também afetaram o tráfego ferroviário, mas, de acordo com Petrenko, tudo foi planejado "com a máxima precisão" para que "centenas de civis" perdessem suas vidas.
Ele alertou que o Comitê Investigativo, o Serviço Federal de Segurança e o Ministério do Interior trabalhariam juntos para identificar os autores e mentores desses "crimes desumanos" para que fossem levados à justiça.
As duas explosões coincidiram com a chamada "Operação Teia de Aranha", que foi organizada a partir da Ucrânia e envolveu o bombardeio de vários campos de aviação em solo russo, incluindo um na Sibéria. Na terça-feira, os serviços de segurança ucranianos também reivindicaram a responsabilidade por um ataque aos pilares da ponte de Kerch, que se conecta à península da Crimeia.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático