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MADRID 4 fev. (EUROPA PRESS) - As autoridades russas acusaram as “elites esquerdistas” de tentar “desviar a atenção” com sua “propaganda falsa”, depois que o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, relacionou a KGB, os extintos serviços de inteligência, com a rede de pedofilia do empresário e criminoso sexual Jeffrey Epstein.
“As elites esquerdistas, desesperadas, depravadas e mentirosas, entram em pânico e tentam desviar a atenção. O mundo está cansado de suas mentiras”, criticou nesta quarta-feira Kirill Dmitriev, um dos homens de confiança do presidente russo, Vladimir Putin, em uma mensagem em suas redes sociais.
Dmitriev comemorou que, apesar de tudo, as mentiras dessas “elites liberais depravadas e frequentemente satânicas” foram desmascaradas. “Fim do jogo”, afirmou o principal assessor econômico do Kremlin. Na véspera, o primeiro-ministro polonês ecoou uma teoria sobre a suposta participação da KGB neste escândalo. Segundo essa versão, os serviços de inteligência russos teriam orquestrado uma “armadilha doce” para comprometer as “elites do mundo ocidental”, sem oferecer mais detalhes. Epstein foi preso em julho de 2019 por acusações de abuso sexual e tráfico de dezenas de crianças no início dos anos 2000. Quando estava há apenas um mês na prisão, ele foi encontrado enforcado em sua cela. Na última sexta-feira, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos publicou um novo pacote de documentação sobre o caso, incluindo três milhões de páginas, bem como mais de 2.000 vídeos e 180.000 imagens e documentos nos quais o presidente Donald Trump é mencionado em mais de mil ocasiões.
Nas últimas horas, essas novas revelações voltaram a colocar no centro da polêmica personalidades proeminentes da alta sociedade e da classe dominante, entre membros da Casa Real norueguesa e britânica, ou o ex-presidente americano Bill Clinton, que testemunhará no Congresso por esse escândalo.
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