MINISTERIO DE ASUNTOS EXTERIORES DE RUSIA
MADRID 25 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas consideram “inaceitável” a apreensão, pela França, do petroleiro “Deyna”, com bandeira de Moçambique e suspeito de fazer parte da “frota fantasma” russa, ocorrida em 20 de março nas águas do Mediterrâneo.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, afirmou em um comunicado que esses atos “perpetrados por países europeus que têm como prática deter navios” são “inadmissíveis” e expressou que Moscou considera essas ações “graves violações da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar”.
“Nosso país utilizará todos os instrumentos políticos, jurídicos e de outra natureza à sua disposição para garantir o respeito ao princípio da liberdade de navegação”, afirmou em relação ao ocorrido há cinco dias, quando o navio foi “escoltado até um ancoradouro para a realização de investigações adicionais”, segundo o Exército francês.
As autoridades francesas garantem que foi enviado um relatório sobre as dúvidas quanto à legalidade da bandeira sob a qual o petroleiro navegava e defenderam que sua atuação se baseava no artigo 110 da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar.
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