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MADRID 24 maio (EUROPA PRESS) -
O Ministério da Defesa russo confirmou o uso de seu míssil hipersônico Oreshnik na onda de bombardeios da noite passada contra a capital da Ucrânia, Kiev, e a região homônima, em um dos ataques mais potentes desde o início da guerra e uma resposta, acrescentou, ao bombardeio ucraniano desta semana contra um dormitório de estudantes em Lugansk.
Os ataques contra Kiev, direcionados, segundo o Ministério da Defesa, contra “posições militares” ucranianas, deixaram dois mortos e mais de 80 feridos. O ataque incluiu drones, mísseis Iskander, Jinzal e Tsirkon, bem como o mencionado Oreshnik.
“Os ataques foram direcionados contra instalações de comando militar, bases aéreas e empresas da indústria de defesa ucraniana”, afirmou o Ministério da Defesa russo em seu comunicado, no qual declara que “todos os objetivos da missão” foram cumpridos.
A Rússia também atualizou o balanço de vítimas fatais do bombardeio contra o dormitório de estudantes em Starobilsk, que já deixou 21 mortos, a maioria com idades entre 19 e 22 anos. Outras 38 pessoas ficaram feridas no ataque da última sexta-feira.
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