MADRID 28 jan. (EUROPA PRESS) - O governo da Rússia confirmou nesta quarta-feira a libertação de dois tripulantes russos do petroleiro “Marinera”, abordado no início de janeiro pelas forças americanas em resposta a uma suposta violação das sanções de Washington à “frota fantasma” de Moscou para contornar as medidas contra a Venezuela.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zajarova, confirmou essas libertações e enfatizou que “eles estão a caminho de casa”, sem que, por enquanto, tenham sido divulgadas suas identidades ou mais detalhes sobre a decisão dos Estados Unidos, segundo informou a agência de notícias russa Interfax.
A própria Zakharova afirmou em 9 de janeiro que os Estados Unidos libertariam essas duas pessoas após uma decisão do presidente do país norte-americano, Donald Trump, em resposta a um “pedido” feito por Moscou, que anteriormente mostrou sua “grave preocupação” com a “interceptação ilegal” do petroleiro, anteriormente chamado de “Bella 1”.
A abordagem ocorreu em 7 de janeiro, no que foi descrito como uma ação contra a “frota fantasma” para contornar as sanções ao setor energético da Venezuela, dias após um ataque contra o país sul-americano que resultou em mais de mil mortos e na captura do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
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