Europa Press/Contacto/Mikhail Sinitsyn
MADRID 9 fev. (EUROPA PRESS) - O Kremlin confirmou nesta segunda-feira que está mantendo conversações com o governo de Cuba para combater as “técnicas asfixiantes” dos Estados Unidos, depois que o governo de Donald Trump reforçou ainda mais o bloqueio, ameaçando com tarifas os países que fornecem combustível à ilha.
O porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, lamentou que essas práticas habituais dos Estados Unidos “tenham causado múltiplas dificuldades” a Cuba, que recentemente foi classificada pelo presidente Trump como um perigo para a segurança dos Estados Unidos, daí as últimas medidas coercitivas.
É por isso que Peskov indicou que estão negociando com os “amigos cubanos para encontrar possíveis soluções para esses problemas”, ou pelo menos para poder prestar ajuda tanto quanto possível, segundo a agência russa TASS.
Durante o último mês, a situação da ilha se agravou ainda mais, depois que os Estados Unidos prenderam em Caracas, em uma operação militar já histórica, o presidente venezuelano Nicolás Maduro. Até então, o governo bolivariano se encarregava de ajudar Cuba com o fornecimento de combustível.
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