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MADRID 26 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas anunciaram nesta sexta-feira que vários políticos britânicos foram incluídos na lista negra pelo apoio que têm dado ao governo ucraniano, que vai desde sanções e espionagem até a retórica "fantasiosa" de uma suposta ameaça militar de Moscou no continente europeu.
"Londres continua a financiar diligentemente aventuras cínicas antirrussas, em detrimento da deterioração da situação socioeconômica e política interna do país", disse o Ministério das Relações Exteriores da Rússia em uma nota, acusando o governo britânico de não cuidar de suas "obrigações sociais básicas".
Entre as pessoas apontadas estão "indivíduos que se mancharam ao fazer campanha em apoio a restrições ilegais" e outros envolvidos em ações subversivas contra a Rússia, incluindo "calúnia" e "disseminação de desinformação".
Assim, entre outros membros do establishment político britânico, altos funcionários do governo, como a vice-ministra das finanças, Emma Reynolds, o chefe de sanções do Ministério das Relações Exteriores, Max Petrokofsky, e o fundador do Open Source Centre, James Byrne, foram proibidos de entrar na Rússia.
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