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MADRID 25 fev. (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas classificaram nesta quarta-feira como “antirussa” e “imparcial” a resolução aprovada na terça-feira pela Assembleia Geral das Nações Unidas, que reafirma seu compromisso com a soberania da Ucrânia e pede novamente um cessar-fogo, ao mesmo tempo em que afirmaram que esses documentos escondem “manobras desastradas” por parte da Ucrânia e seus parceiros.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia indicou em um comunicado que a resolução, adotada por ocasião do quarto aniversário do início da guerra, é um produto “ucraniano-europeu” e é, “em essência, tão prejudicial quanto a própria intenção de seus autores”. “É um texto político totalmente parcial e se soma às acusações totalmente infundadas que já existem contra a Rússia. Cita seletivamente a Carta da ONU e não contém uma única palavra sobre as causas do conflito na Ucrânia, o que torna impossível alcançar um acordo sustentável a longo prazo”, afirmou.
Nesse sentido, lamentou que o documento inclua “um aplauso absurdo às supostas conquistas dos países europeus, que continuam a fornecer armas ao regime de Kiev na esperança de que a guerra chegue ao fim”.
“Não há dúvida de que essas manobras desastradas de Kiev e dos países europeus na Assembleia Geral são motivadas pelo desejo de criar uma ‘interferência’ no processo de negociações trilaterais. As discussões na ONU mostram o claro cansaço da comunidade internacional com a situação na Ucrânia, que nossos oponentes estão tentando manter artificialmente”, afirmou.
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