Publicado 30/09/2025 07:47

Rússia e China expressam apoio à proposta de Trump para encerrar o conflito na Faixa de Gaza

27 de setembro de 2025, Cidade de Gaza, Faixa de Gaza, Território Palestino: A fumaça sobe após os ataques aéreos israelenses que atingiram e destruíram vários edifícios na Cidade de Gaza, Gaza, em 27 de setembro de 2025. Trinta e sete palestinos foram mo
Europa Press/Contacto/Omar Ashtawy

Moscou e Pequim apoiam "todos os esforços" para diminuir as tensões e chegar a um acordo de paz

MADRID, 30 set. (EUROPA PRESS) -

As autoridades da Rússia e da China expressaram tacitamente seu apoio nesta terça-feira à proposta apresentada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para pôr fim ao conflito na Faixa de Gaza, submetida a uma ofensiva militar de Israel em resposta aos ataques de 7 de outubro de 2023, liderados pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que Moscou "sempre apoia e aplaude qualquer esforço, inclusive o de Trump, para evitar a tragédia que está ocorrendo". "Queremos que o plano seja implementado para ajudar a alcançar uma solução pacífica para os eventos no Oriente Médio", disse ele.

Ele disse que as autoridades russas estão em contato com as partes e que estão prontas, se necessário, para apoiar os esforços para chegar a um acordo, embora tenha enfatizado que Trump não pediu a Moscou para se envolver neles, de acordo com a agência de notícias russa Interfax. "Não estamos envolvidos e não há sinais para isso por parte dos americanos", disse ele.

Nessa linha, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, destacou que Pequim "dá as boas-vindas e aplaude todos os esforços que levam a reduzir as tensões entre Palestina e Israel", sem fazer menção direta à proposta do presidente dos EUA, conforme relatado pelo jornal chinês 'Global Times'.

A proposta de Trump já foi apoiada pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que, no entanto, esclareceu horas depois que não apoiará a criação de um Estado palestino e que as tropas israelenses permanecerão posicionadas "na maior parte" de Gaza, sem que o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) tenha respondido oficialmente ao plano.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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