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MADRID 24 jul. (EUROPA PRESS) -
O Kremlin fez nesta quinta-feira uma avaliação "positiva" dos acordos humanitários alcançados na terceira reunião com a Ucrânia, realizada na véspera em Istambul - relacionados à troca entre as partes de outros 1.200 prisioneiros de guerra -, embora tenha insistido que "é improvável" que mais progressos sejam feitos em curto prazo.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, reiterou, como fez antes da terceira reunião, que devido à "complexidade" do conflito com a Ucrânia, "é simplesmente impossível esperar um progresso imediato".
Nessa ocasião, ele enfatizou que "provavelmente vale a pena avaliar positivamente as discussões sobre questões humanitárias", como a troca de prisioneiros de guerra e a entrega de civis e corpos de soldados mortos.
"Esses são aspectos humanitários extremamente importantes", que "permanecem positivos", disse Peskov, segundo a agência de notícias Interfax.
No entanto, ele também mencionou a distância entre as posições de Moscou e Kiev, conforme refletido nos memorandos que as partes tiveram a oportunidade de discutir antes de se reunirem pela terceira vez na Turquia na quinta-feira.
A terceira rodada de negociações diretas em Moscou e Kiev terminou com um novo acordo de troca de prisioneiros, incluindo pelo menos 1.200 pessoas de ambos os lados. Moscou também propôs a entrega de mais 3.000 cadáveres de soldados ucranianos. "Devolvemos mais de 7.000 corpos à Ucrânia", disse a delegação russa, que se queixou de ter recebido apenas "uma pequena quantidade" em troca.
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