MINISTERIO DE DEFENSA DE RUSIA - Arquivo
MADRID 6 mar. (EUROPA PRESS) - As autoridades russas anunciaram nesta sexta-feira uma nova troca com a Ucrânia de 600 militares — 300 de cada lado — capturados no âmbito da guerra desencadeada em fevereiro de 2022 pela ordem de invasão assinada pelo presidente russo, Vladimir Putin.
O Ministério da Defesa russo afirmou que “300 militares russos retornaram do território controlado pelo regime de Kiev”, antes de especificar que “300 prisioneiros de guerra ucranianos foram entregues em troca”.
Assim, detalhou que os soldados russos libertados se encontram neste momento na Bielorrússia, “onde estão recebendo os cuidados médicos e psicológicos necessários”. “Todos os militares russos serão transferidos para a Rússia para receber tratamento e reabilitação”, acrescentou.
“Os Emirados Árabes Unidos (EAU) e os Estados Unidos prestaram assistência humanitária durante o retorno dos militares russos do cativeiro”, afirmou, em referência aos esforços de mediação desses países para levar adiante esse tipo de troca.
A Rússia e a Ucrânia trocaram na quinta-feira outros 400 prisioneiros de guerra — 200 de cada lado —, conforme confirmado pelas autoridades de ambos os países, como parte dos acordos alcançados durante as últimas conversações realizadas na cidade suíça de Genebra com o objetivo de avançar para um possível acordo de paz.
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