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MADRID 13 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas anunciaram nesta segunda-feira a frustração de planos para perpetrar “ataques terroristas” contra bases aéreas nos Urais e na região leste do país, ao mesmo tempo em que acusaram a Ucrânia de estar por trás dessas tentativas, “com participação direta de seus apoiadores internacionais”.
O Serviço Federal de Segurança (FSB) indicou em um comunicado que as forças de segurança “impediram uma tentativa dos serviços secretos ucranianos, com participação direta de seus apoiadores internacionais, de realizar uma série de atos de sabotagem e terrorismo em uma escala sem precedentes”.
Assim, detalhou que o objetivo era lançar drones contra “instalações de infraestrutura militar, uma importante empresa do complexo militar-industrial e pessoal militar do Ministério da Defesa”, incluindo ataques contra aeródromos nas regiões de Amur e Cheliabinsk.
“Os agentes inimigos transportaram armas terroristas em veículos de passageiros com reboques equipados com fundo duplo, carregados com eletrodomésticos, até o interior do território da Federação da Rússia, diretamente para os aeródromos de Ukrainka e Shagol, onde foram montados e preparados para uso em garagens alugadas”, especificou.
O FSB destacou que todos os suspeitos foram detidos pelos agentes, que também apreenderam 24 drones com componentes “de fabricação britânica, americana, canadense e sueca” e “capacidade para transportar uma carga explosiva de até um quilograma”, bem como dispositivos para seu controle via satélite e por meio de canais de comunicação de rádio.
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