Publicado 31/07/2026 12:07

A Rússia alerta que o aumento dos ataques ucranianos coloca em risco qualquer “perspectiva de paz”

Archivo - Arquivo - RÚSSIA, REGIÃO DE MOSCOU - 26 DE MAIO DE 2026: A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, fala com a imprensa no 1º Fórum Internacional de Segurança
Europa Press/Contacto/Sergei Savostyanov - Arquivo

MADRID 31 jul. (EUROPA PRESS) -

O governo da Rússia denunciou nesta sexta-feira o aumento dos ataques ucranianos e alertou que eles colocam em risco qualquer “perspectiva de paz”, em um momento em que as negociações continuam suspensas enquanto os Estados Unidos, que atuam como mediadores, resolvem sua própria guerra no Oriente Médio.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, fez um balanço desses últimos ataques das forças de Kiev e afirmou que, na última semana, eles causaram 61 mortos, além de 327 feridos, no mesmo dia em que o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, se gabou das 700 mil baixas infligidas ao Exército russo desde a invasão em 2022.

Zakharova acusou Kiev de atacar alvos civis de todos os tipos, como áreas comunitárias, instalações agrícolas, residências particulares e locais de culto, bem como de lançar minas antipessoais por meio de drones para aumentar o número de vítimas civis em várias áreas do Donbass e da região conhecida como Nova Rússia, que abrange, entre outras, algumas áreas atualmente ocupadas no leste e sudeste da Ucrânia.

“Esse terror é perpetrado com a total aprovação dos patrocinadores ocidentais do regime de Kiev, que fornecem armas para atacar a população civil”, denunciou a porta-voz, que alertou que eles deverão prestar contas “após o inevitável colapso de seus protegidos ucranianos”.

“Eles devem compreender agora que ‘brincar com fogo’ apenas agrava a situação política internacional e atrasa as perspectivas de paz e segurança em nosso continente”, destacou Zakharova em um comunicado do Ministério das Relações Exteriores, no qual enfatizou que Moscou continuará fazendo o que for necessário para proteger seus cidadãos.

“Nosso país conta com os recursos necessários, a vontade política e o apoio popular para isso”, ressaltou ela.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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