Publicado 05/07/2026 13:57

A Rússia afirma que Kiev recusou a entrega dos corpos dos militares ucranianos mortos em Konstantinovka

Archivo - Arquivo – 21 de março de 2025, Kostiantynivka, Donbas, Ucrânia: Edifícios residenciais danificados em Kostiantynivka, uma cidade na linha de frente em Donbas, na Ucrânia, alvo de ataques russos.
Europa Press/Contacto/Thomas Krych - Arquivo

MADRID 5 jul. (EUROPA PRESS) -

O governo russo informou neste domingo que as autoridades ucranianas rejeitaram uma proposta russa para a entrega dos corpos dos militares ucranianos mortos na batalha pelo controle da localidade estratégica de Konstantinovka.

“Em 4 de julho de 2026, o Ministério da Defesa russo (...) propôs uma ação humanitária para repatriar os corpos dos soldados ucranianos mortos na cidade de Konstantinovka após a tomada da cidade pelas tropas russas e o cessar das hostilidades. A parte ucraniana rejeitou essa proposta”, explicou o Ministério da Defesa russo em um comunicado. A Ucrânia nega que Konstantinovka esteja sob controle russo.

Moscou repreendeu Kiev por “não ter feito absolutamente nada para que os corpos dos soldados ucranianos mortos em combate fossem enterrados com dignidade por seus familiares”. Esses militares são “material dispensável, recrutado principalmente para a linha de frente por meio de mobilização forçada”, segundo a Rússia.

A proposta de troca vinha acompanhada de um cessar-fogo temporário para o dia 6 de julho, especificamente das 12h às 18h, horário de Moscou. A proposta expirava ao meio-dia deste domingo, mas Kiev não respondeu. A Rússia havia preparado uma entrega dos corpos com a presença de jornalistas de pelo menos vinte países, segundo a mídia russa.

A tomada de Konstantinovka, que Kiev nega, seria um importante avanço estratégico para Moscou, já que, nas palavras do vice-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas russas, o general Sergei Rudskoi, essa cidade é “a chave para o último bastião ucraniano” no Donbass, a linha de cidades fortificadas que vai de Slaviansk a Kramatorsk.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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