Publicado 08/10/2025 08:22

Rússia acusa países europeus de desacelerar o "ímpeto" da cúpula do Alasca pela paz na Ucrânia

Archivo - MOSCOU, 23 de janeiro de 2019 O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, fala durante uma reunião no parque militar Patriot, nos arredores de Moscou, Rússia, em 23 de janeiro de 2019. O míssil de cruzeiro russo 9M729 base
Europa Press/Contacto/Bai Xueqi - Arquivo

MADRID 8 out. (EUROPA PRESS) -

As autoridades russas disseram nesta quarta-feira que o "poderoso impulso" para as negociações de paz com a Ucrânia proporcionado pela reunião no Alasca entre os presidentes Donald Trump e Vladimir Putin foi contido pelo interesse daqueles que continuam apostando na guerra até que "o último ucraniano" caia.

Em um discurso na Duma - a câmara baixa do parlamento russo - o vice-ministro das Relações Exteriores, Sergei Riabkov, acusou os países europeus de estarem por trás dessas manobras em uma tentativa de minar o que foi acordado na cidade de Anchorage, no Alasca, em agosto passado.

"Infelizmente, o poderoso impulso de Anchorage em favor dos acordos foi amplamente prejudicado pelos esforços dos defensores da 'guerra até o último ucraniano', especialmente entre os europeus", disse ele.

Falando à mídia, Riyabkov se referiu a uma das últimas questões que envolvem a guerra como a possibilidade de Washington entregar mísseis Tomahawk a Kiev, reconhecendo que isso poderia significar "uma mudança significativa, talvez até qualitativa, na situação", relata a Interfax.

Essa é a primeira vez que Moscou reconhece que o uso desses mísseis pode afetar seu plano de guerra, depois de afirmar que não há armas capazes de reverter a situação.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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