Gustavo Valiente - Europa Press - Arquivo
MADRID 20 jan. (EUROPA PRESS) -
O porta-voz do ERC no Congresso dos Deputados, Gabriel Rufián, afirmou que “é profundamente anormal” comparar o acidente ferroviário de Adamuz (Córdoba) deste domingo, no qual morreram pelo menos 41 pessoas, com a gestão da tempestade em Valência, e o PP respondeu-lhe chamando-lhe “abutre” por isso.
O político independentista publicou uma mensagem "para os fascistas" na rede social 'X', recolhida pela Europa Press, na qual distinguiu a resposta ao acidente entre os trens da Iryo de Alvia neste domingo das reações que ocorreram após as inundações que deixaram 231 mortos em Valência.
Nesse contexto, ele apontou que, enquanto o acidente entre os dois trens foi “agravado pela má sorte” e foi imediatamente divulgado, a enchente em Valência foi agravada pela “negligência e inutilidade” de diferentes cargos públicos, entre os quais ele destaca o ex-presidente valenciano Carlos Mazón: “Um presidente que estava de pacharanes enquanto as pessoas se afogavam”.
Por isso, ele sustenta que apenas “pessoas profundamente anormais acreditarão” nessa comparação e que “é um insulto à inteligência” equiparar os dois eventos, independentemente de que tudo deva ser investigado e responsabilidades políticas devem ser exigidas. O PP CRITICA A MENSAGEM
O PP respondeu através de sua porta-voz na Câmara Baixa, Ester Muñoz, com uma mensagem na mesma rede social chamando Rufián de “abutre” por desrespeitar as vítimas.
Em sua resposta, Muñoz questiona se a “trégua” política já acabou e apontou o deputado catalão por ter a “natureza dos abutres” e por “nunca” respeitar as pessoas afetadas. “No final das contas, a natureza dos abutres é essa”, reforçou a porta-voz do Grupo Popular.
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