Publicado 26/05/2026 02:34

Rubio defende que o Estreito de Ormuz deverá permanecer "aberto" e "sem pedágios" assim que for fechado um acordo com o Irã

8 de maio de 2026, Roma, Itália: O Secretário de Estado dos Estados Unidos da América, Marco Rubio, é visto no Palazzo Chigi.
Europa Press/Contacto/Stefano Costantino

MADRID 26 maio (EUROPA PRESS) -

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, defendeu nesta segunda-feira que o estratégico Estreito de Ormuz esteja “aberto, sem obstáculos e sem pedágios” assim que Washington e Teerã chegarem a um acordo, ao mesmo tempo em que advertiu que o estreito “estará aberto de uma forma ou de outra”.

“O estreito tem que estar aberto, sem obstáculos, sem pedágios, e obviamente isso tem que acontecer imediatamente assim que se chegar a um acordo”, destacou o chefe da diplomacia americana em declarações à imprensa.

As palavras de Rubio surgem logo após o governo iraniano ter descartado a imposição de uma taxa de passagem para navios mercantes que atravessam esse estreito que liga os golfos Pérsico e de Omã. Em vez disso, a República Islâmica defendeu uma “taxa” por serviços marítimos e proteção ambiental como solução para o litígio em curso com os Estados Unidos.

Nesse sentido, Rubio afirmou que, em sua opinião, “não há nenhum país no mundo que seja a favor do sistema de pedágio, exceto o regime do Irã”, pelo que não só defendeu que os estreitos “têm que estar abertos”, mas também advertiu que “eles estarão abertos de uma forma ou de outra”.

“É ilícito, é ilegal, é insustentável para o mundo, é inaceitável. Não conheço nenhum país no mundo que faça isso”, retrucou o secretário de Estado norte-americano, ressaltando que isso “não é aceitável” e “não pode acontecer”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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