Europa Press/Contacto/Wiktor Dabkowski
BRUXELAS 4 abr. (EUROPA PRESS) -
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, atribuiu na sexta-feira os planos dos EUA de controlar a Groenlândia ao movimento de independência na ilha ártica, dizendo que são os groenlandeses que querem deixar a Dinamarca.
Em declarações à imprensa no final da reunião dos ministros das Relações Exteriores da OTAN em Bruxelas, o chefe da diplomacia norte-americana assegurou que "ninguém quer anexar nada", em referência às ambições do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de controlar a ilha, um território autônomo pertencente à Dinamarca, aliada de Washington na OTAN.
"A decisão é dos moradores da Groenlândia. Nós respeitaremos a autodeterminação dos groenlandeses. A Dinamarca deve se concentrar no fato de que a Groenlândia não quer fazer parte da Dinamarca, nós não demos essa ideia a eles", disse ele.
Rubio insistiu que, quando a Groenlândia tomar a decisão de se separar da Dinamarca, os EUA estarão "potencialmente preparados" para oferecer uma "parceria" ao território ártico. "Não estamos nesse estágio agora", disse ele.
Dessa forma, o secretário de Estado dos EUA respondeu à crítica lançada pela primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, de que os Estados Unidos "não podem anexar outro país, nem mesmo com um argumento de segurança internacional".
Em uma viagem que segue a visita do vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, o líder dinamarquês cerrou fileiras com o novo primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, e seu antecessor, Mute Egede, e rejeitou os planos de Washington de controlar a ilha.
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