Publicado 14/02/2026 09:12

Rubio adverte que Cuba "não tem economia" e que seus líderes "preferem que ela morra a permitir que prospere".

14 de fevereiro de 2026, Baviera, Munique: O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, discursa na 62ª Conferência de Segurança de Munique. Foto: Sven Hoppe/dpa
Sven Hoppe/dpa

MADRID, 14 fev. (EUROPA PRESS) -

O secretário de Estado e assessor de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Marco Rubio, voltou a centrar a sua atenção em Cuba e alertou que a ilha “não tem economia” e que os seus dirigentes “preferem que ela morra a permitir que prospere”, no meio do endurecimento do bloqueio imposto por Washington à ilha com o objetivo declarado de forçar mudanças políticas.

“O problema fundamental de Cuba é que não tem economia e que as pessoas que mandam no país e o controlam não sabem como melhorar a vida cotidiana das pessoas sem abrir mão dos setores que controlam”, argumentou durante uma entrevista à Bloomberg após sua participação na Conferência de Segurança de Munique, que acontece neste fim de semana na capital da Baviera.

Rubio destacou que “o regime sobreviveu quase inteiramente com ajuda, primeiro da URSS e depois de Hugo Chávez, e pela primeira vez não tem ajuda de ninguém”. “Eles querem controlar tudo. Não querem que o povo cubano controle nada, então não sabem como sair dessa situação", segundo Rubio, que considera que a liderança cubana "teve oportunidades para fazer isso, mas parece não compreender nem aceitar de forma alguma". Para Rubio, os líderes cubanos "preferem estar à frente de um país moribundo a permitir que ele prospere", afirmou.

Nos últimos meses, Cuba vinha sofrendo uma crise de escassez, que se agravou depois que a Venezuela deixou de ser o principal suporte energético da ilha, em consequência da nova relação entre Washington e Caracas após a prisão, no início de janeiro, do presidente Nicolás Maduro.

Posteriormente, o governo Trump aumentou o bloqueio à ilha e ameaçou com tarifas todos os países, como o México, que continuassem a fornecer petróleo, o que levou a pequena nação caribenha a ficar finalmente sem combustível.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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