Publicado 15/04/2026 00:07

Rodríguez pede o fim das sanções para que os investimentos na Venezuela possam se desenvolver plenamente

Archivo - Arquivo - CARACAS, 29 de janeiro de 2026  -- A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez (à frente), participa de uma cerimônia militar realizada em Caracas, Venezuela, em 28 de janeiro de 2026.   As Forças Armadas da Venezuela juraram l
Europa Press/Contacto/Venezuelan Presidency

MADRID 15 abr. (EUROPA PRESS) -

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, defendeu nesta terça-feira a importância de superar o regime de sanções que pesa sobre seu país, com o objetivo de alcançar maior segurança jurídica, e, por isso, pediu o fim dessas sanções para que “todos os investimentos” possam ser realizados em sua totalidade.

“As sanções devem cessar para que todos os investimentos possam ser realizados plenamente”, defendeu a mandatária interina no âmbito de um encontro estratégico no Palácio de Miraflores com delegados do Governo dos Estados Unidos e empresas energéticas independentes, perante os quais ela reiterou a vontade de Caracas de estabelecer uma relação de cooperação econômica “sólida e duradoura”, de acordo com um comunicado presidencial.

Convencida de que “uma licença não oferece segurança jurídica no longo prazo” porque “está sujeita a temporalidade”, Rodríguez assegurou que tanto os Estados Unidos quanto a Venezuela têm “maturidade suficiente” para estabelecer “relações energéticas no âmbito das legislações de ambos os países”.

Por tudo isso, a presidente interina fez um apelo para que se olhe para o futuro com uma visão de Estado, com o objetivo de construir uma agenda energética de longo prazo, com benefícios sustentáveis para as próximas décadas.

Nesta mesma terça-feira, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou o levantamento das sanções impostas ao Banco Central da Venezuela, bem como ao Banco da Venezuela, ao Banco Digital dos Trabalhadores, ao Banco Universal C.A. e ao Banco do Tesouro, todos controlados por Caracas.

Essa medida se insere no contexto das novas relações mantidas entre os dois países desde a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, no início de janeiro, durante um ataque norte-americano ao país caribenho. Ela também ocorre em um momento de abertura progressiva de Washington para Caracas, particularmente no setor energético, onde o inquilino da Casa Branca, Donald Trump, se propôs a revitalizar a indústria petrolífera do país latino-americano e já comercializa hidrocarbonetos da nação.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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