Publicado 17/03/2026 03:41

Rodríguez critica uma "tentativa de paralisar o transporte" em Caracas e reitera que ouvirá "todos" os setores

Archivo - Arquivo - CARACAS, 14 de janeiro de 2026 -- A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, participa de uma coletiva de imprensa em Caracas, Venezuela, em 14 de janeiro de 2026.
Europa Press/Contacto/Ding Hongfa - Arquivo

MADRID 17 mar. (EUROPA PRESS) - A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, criticou nesta segunda-feira uma “tentativa de paralisar o transporte” em Caracas, capital do país, ao mesmo tempo em que destacou que os problemas e as aspirações de “todos” os setores do país serão ouvidos, no âmbito do “Programa de Convivência Democrática e Paz” venezuelano.

“Tentaram paralisar o transporte na capital e meu apelo é para que a Venezuela trabalhe e para que deixem trabalhar quem quiser trabalhar”, destacou Rodríguez em uma reunião de trabalho com o gabinete de Educação do país, qualificando como “incorreta” a atitude de “quem tentou impedir o direito à livre mobilidade”.

Em seguida, a presidente interina garantiu que “todos” os setores, “sem exceção”, serão ouvidos pelo governo venezuelano, ao mesmo tempo em que lamentou “muito” que “do exterior, por meio de um telefone, continuem a incitar setores extremistas do país”.

“Aí está a lei de anistia e o programa de convivência democrática e paz para buscar a convivência, a coexistência a partir da diversidade, a partir do antagonismo... Para que a Venezuela possa recuperar a normalidade em sua vida, tanto nacional quanto internacional”, observou Rodríguez.

Reivindicando assim a importância de que “exista” um espaço democrático para o “encontro” e a “discordância”, a presidente interina pediu que se deixe a Venezuela “trabalhar” em prol da “prosperidade” de todo o seu povo.

Por sua vez, o ministro dos Transportes, Aníbal Coronado, observou que “fracassaram” aqueles que tentaram promover a referida paralisação dos transportes, na medida em que, segundo informou a emissora Globovisión, foram mobilizadas “operações especiais” para “minimizar o impacto” da mesma.

“Foram mobilizadas todas as unidades de transporte da Metrobuses, da Sitsa, os colegas dos jipes, o pessoal dos carros, da polícia de Caracas, para minimizar o impacto do que eles queriam causar hoje”, explicou Coronado, acrescentando que se conseguiu “mobilizar todos os usuários, para que fossem aos diferentes destinos e locais de trabalho”.

Por fim, o responsável pela pasta dos Transportes se juntou às palavras de Rodríguez, instando os setores favoráveis à greve a se unirem às mesas de diálogo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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