Publicado 03/08/2026 08:37

Robles exige que o Marrocos investigue a entrada em massa em Ceuta e defende os serviços secretos espanhóis

A ministra da Defesa, Margarita Robles, atende à imprensa no Centro de Coordenação de Emergências (PMA) do incêndio florestal em Los Gallardos. Em 12 de julho de 2026, em Los Gallardos, Almería (Andaluzia, Espanha).
Francisco J. Olmo - Europa Press

ZARAGOZA 3 ago. (EUROPA PRESS) -

A ministra da Defesa, Margarita Robles, exigiu que o Marrocos investigue “até o fim” a entrada em massa de migrantes em Ceuta e defendeu o trabalho dos serviços de inteligência espanhóis, tanto os de seu ministério quanto os que dependem do Ministério do Interior.

Em declarações à imprensa após visitar a base aérea de Zaragoza, Robles deixou claro que não se deixará “envolver em nenhum tipo de discussão” sobre o papel dos serviços de inteligência na crise migratória e elogiou o trabalho do pessoal do Centro Nacional de Inteligência (CNI), do Centro de Inteligência das Forças Armadas (CIFAS) e dos serviços de informação da Polícia e da Guarda Civil, que também colaboram com outros serviços de aliados estrangeiros.

CEUTA E MELILLA NÃO SÃO TOQUADAS

Dito isso, a ministra proclamou que “todos devem ter bem claro que a integridade territorial e a soberania espanhola são intocáveis, que Ceuta e Melilla não serão tocadas”, enfatizando que o Exército estará sempre apoiando a Guarda Civil nas tarefas que precisarem ser realizadas nas duas cidades autônomas.

Além disso, ela advertiu que as máfias ou quem “tenha consentido ou tolerado” essa entrada maciça de migrantes “terá que assumir responsabilidades” por essa crise.

Por isso, solicitou ao governo de Marrocos que investigue o que “ocorreu” e “vá até o fim para descobrir o que aconteceu nesses movimentos” na fronteira com Ceuta e Melilla. “Não podemos virar a cara, nem a Espanha nem o Marrocos, diante desse drama humano”, exclamou Robles.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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