Publicado 29/04/2026 10:29

Robles defende o vínculo transatlântico, mas pede uma OTAN na qual os EUA “respeitem e não menosprezem” os aliados

Archivo - Arquivo - A ministra da Defesa, Margarita Robles, preside à cerimônia de entrega do prêmio “Soldado Idoia Rodríguez” 2026, em 19 de março de 2026, em Madri (Espanha). O prêmio “Soldado Idoia Rodríguez, Mulher nas Forças Armadas” reconhece trajet
A. Pérez Meca - Europa Press - Arquivo

MADRID 29 abr. (EUROPA PRESS) -

A ministra da Defesa, Margarita Robles, defendeu nesta quarta-feira um “fortalecimento” do laço transatlântico, mas pediu uma OTAN na qual “nenhum aliado menospreze outro” e em que “todos respeitem os demais”, em alusão ao governo de Donald Trump nos Estados Unidos.

Ela fez isso no encerramento do Fórum La Toja, realizado em Lisboa, onde também pediu que “o diálogo seja o valor mais importante” da Aliança Atlântica, após os ataques de Trump contra a Espanha e o conflito desencadeado no Oriente Médio após o ataque de Washington e Tel Aviv contra o Irã.

“A Aliança Atlântica tem sido uma organização defensiva que defende os valores que compartilhamos e nos quais acreditamos; todos juntos temos de reforçar os valores democráticos”, acrescentou Robles. Nessa linha, ela garantiu que essa é a aposta da Espanha e de Portugal, parceiros “confiáveis, sérios, responsáveis e comprometidos” com a Aliança. “Que ninguém nos dê lições sobre nada”, insistiu.

A ministra elogiou o papel de “liderança” de Madri e Lisboa no seio da União Europeia e deteve-se na guerra na Ucrânia, que pediu para “não ser esquecida”, e na defesa dos valores da paz, da liberdade, do respeito aos Direitos Humanos e do respeito ao Direito Internacional. Além disso, ela lembrou a situação no Oriente Médio e em outros países, como o Mali.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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