Publicado 21/05/2025 06:50

Robles considera positivo o processamento do embargo de armas a Israel, mas ressalta que a Espanha não compra, embora haja licenças.

Archivo - Arquivo - A ministra da Defesa, Margarita Robles, atende à imprensa ao chegar a uma sessão de controle do governo no Senado, em 18 de março de 2025, em Madri (Espanha). Na sessão, o governo respondeu a perguntas como: l
Fernando Sánchez - Europa Press - Arquivo

MADRID 21 maio (EUROPA PRESS) -

A ministra da Defesa, Margarita Robles, considera "positivo" o projeto de lei para estabelecer um embargo de armas a Israel aprovado no Congresso, embora tenha ressaltado que a Espanha não compra armas do Estado hebreu, embora existam licenças para programas anteriores a 7 de outubro de 2023.

Falando à mídia no corredor da Câmara dos Deputados, Robles lamentou que a situação na Faixa de Gaza, em meio à intensificação da ofensiva israelense, seja "inaceitável sob todos os pontos de vista" e pediu que não "olhássemos para o outro lado".

Por esse motivo, a decisão aprovada na sessão plenária de terça-feira "é muito positiva", embora ele tenha enfatizado que a Espanha "não compra armas de Israel". Mas ele diferenciou as licenças para programas que podem ser usados pelo setor de defesa antes de 7 de outubro de 2023.

Ela disse que são "alguns muito específicos" e outros "muito antigos, que podem não ser mais utilizáveis", mas "não são armas, porque não se pode colocar tudo no mesmo pacote". De qualquer forma, para a ministra, o "importante mesmo é não ficar calado" diante dos acontecimentos na Faixa de Gaza, e ela transmitiu o compromisso do governo nessa área.

Nesse sentido, ela pediu unanimidade na Europa quando se trata de condenar Israel, como aconteceu com a Rússia quando invadiu a Ucrânia. "A unidade é essencial, a mesma unidade que tivemos contra a Rússia, na Ucrânia, devemos alcançar essa unidade", afirmou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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