Publicado 18/05/2026 15:10

Robles afirma que a morte de dois guardas civis em Huelva não foi um acidente de trabalho: Montero “se enganou”

A ministra da Defesa, Margarita Robles, comparece perante a Comissão de Defesa para informar sobre as decisões tomadas pelo Governo, no âmbito do Ministério da Defesa, em relação à guerra no Oriente Médio, em 18 de maio de 2026, em Madri (Espanha)
Fernando Sánchez - Europa Press

MADRID 18 maio (EUROPA PRESS) -

A ministra da Defesa, Margarita Robles, quis deixar claro que, em sua opinião, a morte dos dois guardas civis em Huelva, ocorrida na colisão durante uma perseguição a uma lancha de contrabando, não foi um acidente de trabalho, como afirmou a candidata do PSOE à Junta da Andaluzia, María Jesús Montero.

“Ela se enganou; todos nós nos enganamos”, afirmou Robles durante sua comparecimento no Congresso, onde enfatizou que a morte dos dois agentes “não foi um acidente de trabalho”, mas “uma luta contra o tráfico de drogas”.

A ministra da Defesa demonstrou seu “orgulho” pelo trabalho realizado pela Guarda Civil, assim como “todos os espanhóis”, cujos membros, destacou ela, “nunca” poderão ser suficientemente agradecidos por seu trabalho.

Nesse ponto, Robles informou que o Ministério mantém contato “permanente” com a família dos dois guardas civis que ficaram feridos na mesma perseguição à referida lancha de contrabando em Huelva.

A MARINHA JÁ AJUDA NA LUTA CONTRA O NARCOTRÁFICO

Sobre a proposta feita pela promotora antidrogas de Huelva, Ana Isabel Laso, de utilizar a Marinha espanhola para combater o narcotráfico como medida dissuasória, a ministra explicou que “sempre” que recebe uma ordem judicial ou do Ministério Público para que a Guarda Civil auxilie a Polícia Judiciária em uma operação, “imediatamente um navio da Marinha com seus respectivos helicópteros é enviado”, como aconteceu recentemente, embora ela não tenha querido dar detalhes por serem “secretos”.

“Quando a Polícia Judiciária da Guarda Civil, com seus próprios meios, não puder chegar, a Marinha estará lá” para realizar um trabalho de “reforço”, insistiu Robles, que não perdeu a oportunidade de agradecer à promotora mencionada por sua opinião e de pedir-lhe que, caso considere que os meios da Guarda Civil “não são suficientes, além de solicitá-los, peça, se for o caso, o apoio da Marinha”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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