Publicado 29/09/2025 17:47

Richard Gere no 10º aniversário da Open Arms: Netanyahu "tem que sair".

(E-D) A atriz Rossy de Palma; a publicitária e empresária Alejandra Gere; o fundador da Open Arms, Òscar Camps; o ator Richard Gere e o Ministro da Cultura, Ernest Urtasun, durante o 10º aniversário da Open Arms, na Llotja de Mar, em 29 de setembro.
Lorena Sopêna - Europa Press

Jantar beneficente reúne Urtasun, Menor, Serrat, Buenafuente, Bandini e Rossy de Palma

BARCELONA, 29 set. (EUROPA PRESS) -

O ator Richard Gere participou nesta segunda-feira em Barcelona de um jantar beneficente pelo décimo aniversário da ONG Open Arms, onde mostrou seu apoio à Palestina e pediu a renúncia do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu: "Ele tem que sair".

Ela fez essa declaração à mídia antes de participar do jantar, que foi realizado no Llotja de Mar, em Barcelona, e reuniu vários artistas e políticos, bem como o Ministro da Cultura, Ernest Urtasun, e a Ministra da Igualdade e Feminismo da Catalunha, Eva Menor.

"Os espanhóis devem ter muito orgulho dessa organização. E, na verdade, sentir-se orgulhosos como espanhóis pelo fato de um grupo extraordinário de pessoas estar fazendo o trabalho de Deus para ajudar os necessitados", disse Gere sobre a ONG ao lado de seu fundador, Òscar Camps.

Urtasun considerou "absolutamente extraordinário" o fato de pessoas como Gere demonstrarem seu apoio ao trabalho da Open Arms, que ele descreveu como extraordinário.

Nesse sentido, ele fez um apelo ao líder da Vox, Santiago Abascal, que optou por afundar o navio da ONG, dizendo: "O que devemos afundar não são os barcos que salvam vidas, que devemos proteger; o que devemos afundar são os fascistas que os perseguem".

Òscar Camps lembrou a Abascal que "o resgate não é uma opção, é uma obrigação" que deve ser cumprida independentemente da origem, nacionalidade ou religião da pessoa em perigo.

"Quando as ONGs não estão no mar, nada acontece, eles continuam a morrer, continuam a se afogar, e quando estamos lá, tornamos isso visível. Tornamos visível essa ausência de humanidade. Conseguimos ver isso em Gaza também", afirmou.

DESEMPENHO

O jantar beneficente também reuniu o apresentador e comediante Andreu Buenafuente, que destacou que a Open Arms é uma "organização muito complexa", que custa muito dinheiro e faz um trabalho excepcional.

Para a cantora Rigoberta Bandini, a ONG é uma das "poucas coisas bonitas que aconteceram nos últimos anos", e criticou o discurso incongruente da extrema direita sobre os migrantes.

A atriz Rossy de Palma lamentou a "tragédia humana" no Mediterrâneo e criticou os interesses por trás das fronteiras geopolíticas, já que, em sua opinião, nenhuma pessoa é ilegal.

Antes da festa de gala, todos os participantes, que também incluíam o cantor e compositor Joan Manuel Serrat e a jogadora de futebol Irene Paredes, participaram de uma apresentação da Fura dels Baus, na qual usaram apitos pendurados no pescoço com a bandeira palestina.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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