MADRID 14 jan. (EUROPA PRESS) - O governo dos Estados Unidos aplaudiu nesta quarta-feira a decisão dos Estados Unidos de declarar como “grupos terroristas” os ramos da organização islâmica Irmãos Muçulmanos no Egito, Jordânia e Líbano, algo que Washington enquadra em seus esforços para “proteger” o país e seus parceiros.
Assim, o Ministério das Relações Exteriores saudita destacou em um comunicado nas redes sociais a “condenação” de Riade “ao extremismo e ao terrorismo”, bem como “seu apoio a tudo o que permita alcançar a segurança, a estabilidade e a prosperidade dos países árabes, e a segurança da região e do mundo”.
A administração de Donald Trump afirmou na terça-feira que, “embora a Irmandade Muçulmana, à qual o Hamas jurou lealdade, afirme ter renunciado à violência, seus ramos designados hoje continuam promovendo, incitando e glorificando o terrorismo, o que ameaça diretamente os interesses dos Estados Unidos e seus aliados”.
Nesse sentido, o subsecretário do departamento de Terrorismo e Inteligência Financeira, John Hurley, destacou que “os Irmãos Muçulmanos inspiraram, alimentaram e financiaram grupos terroristas como o Hamas, que representam uma ameaça direta à segurança (...) Apesar de sua fachada pacífica, tanto as filiais egípcias quanto as jordanianas conspiraram para apoiar o terrorismo do Hamas e minar a soberania de seus próprios governos nacionais”.
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