Nacho Cubero - Europa Press
SANTANDER 16 maio (EUROPA PRESS) -
O ex-presidente da Cantábria, Miguel Ángel Revilla, explicou nesta sexta-feira, após o fim do processo de conciliação com o rei emérito - que lhe pediu 50 mil euros de indenização por declarações injuriosas e que ele se retratasse - que não retifica suas palavras porque acredita que o que disse é verdade.
"Não retifico nada que minhas condições pessoais me façam pensar que tenho razão", disse o regionalista ao deixar os tribunais de Santander, onde a audiência foi realizada sem a presença de Juan Carlos I, que foi representado por seu advogado. No final, sem acordo entre as partes, Revilla disse que se vê "teoricamente no banco dos réus, prestes a completar 83 anos de idade".
Ao final do processo, com o comparecimento das partes, mas sem acordo entre elas, a advogada da Administração da Justiça do Tribunal de Primeira Instância número 13 de Santander emitirá um decreto no qual registrará o resultado e o arquivamento do processo, a partir do qual a parte conciliadora poderá apresentar a ação judicial anunciada.
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