Publicado 16/05/2025 08:06

Revilla não retifica o emérito porque acredita que ele está "certo": "Eu me vejo no banco quando estiver prestes a completar 83 anos

O secretário-geral da RPC e ex-presidente da Cantábria, Miguel Ángel Revilla, fala com a mídia antes da reunião de conciliação entre o rei emérito Juan Carlos I e o ex-presidente da Cantábria, Miguel Ángel Revilla, no Tribunal de Justiça da Cantábria.
Nacho Cubero - Europa Press

SANTANDER 16 maio (EUROPA PRESS) -

O ex-presidente da Cantábria, Miguel Ángel Revilla, explicou nesta sexta-feira, após o fim do processo de conciliação com o rei emérito - que lhe pediu 50 mil euros de indenização por declarações injuriosas e que ele se retratasse - que não retifica suas palavras porque acredita que o que disse é verdade.

"Não retifico nada que minhas condições pessoais me façam pensar que tenho razão", disse o regionalista ao deixar os tribunais de Santander, onde a audiência foi realizada sem a presença de Juan Carlos I, que foi representado por seu advogado. No final, sem acordo entre as partes, Revilla disse que se vê "teoricamente no banco dos réus, prestes a completar 83 anos de idade".

Ao final do processo, com o comparecimento das partes, mas sem acordo entre elas, a advogada da Administração da Justiça do Tribunal de Primeira Instância número 13 de Santander emitirá um decreto no qual registrará o resultado e o arquivamento do processo, a partir do qual a parte conciliadora poderá apresentar a ação judicial anunciada.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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