Publicado 19/12/2025 10:17

A reunião entre o PSOE e Sumar não encerra a crise: os partidários de Díaz criticam a falta de progresso e oferecem apenas "boas pal

A Segunda Vice-Presidente e Ministra do Trabalho e Economia Social, Yolanda Díaz, durante uma coletiva de imprensa no Ministério do Trabalho e Economia Social, em 19 de dezembro de 2025, em Madri (Espanha). Díaz apresentou a nova ferramenta para fornecer
Ananda Manjón - Europa Press

MADRID 19 dez. (EUROPA PRESS) -

A reunião entre o PSOE e os partidos de Sumar não serviu para acabar com a crise na coalizão e as tensões permanecem, com o parceiro minoritário reclamando que nenhum progresso foi feito com os socialistas além de "boas palavras".

Isso foi afirmado em um comunicado conjunto do Movimiento Sumar, IU, Más Madrid e Comunes após essa reunião, realizada no Congresso nesta sexta-feira e que durou uma hora e meia.

A ala socialista foi representada por sua secretária de organização, Rebeca Torró, e seu vice nesse departamento, Borja Cabezón, enquanto o outro setor da coalizão foi representado pela coordenadora do Sumar, Lara Hernández, pela chefe de organização do IU, Eva García Sempere, pelo líder do Más Madrid, Eduardo Fernández Rubiño, e pela secretária de organização do Comunes, Lidia Muóz.

As coalizões em Sumar censuraram o fato de que a atitude "imóvel" do PSOE só favorece o "desânimo progressista", "reforça a antipolítica" e "alimenta o PP e o Vox". "Além da cordialidade e das boas palavras, a reunião realizada hoje não levou a nenhum progresso significativo", afirmaram.

Eles também se comprometeram a tomar todas as medidas necessárias para garantir que o projeto do governo seja cumprido, embora considerem que "persistir com esse bloqueio do legislativo colocaria em risco o acordo de investidura, algo que não deve ser permitido quando há tantos desafios à nossa frente".

A VISÃO OPOSTA DO PSOE, QUE VÊ A REUNIÃO DE FORMA POSITIVA

O PSOE, no entanto, "avalia positivamente a reunião", na qual reiterou que ambos os partidos têm mais coisas em comum do que discrepâncias, e os incentivou a continuar governando.

"Temos que continuar melhorando a vida das pessoas e, nesse caminho comum, o diálogo é e será a melhor ferramenta para avançar em acordos que beneficiem a maioria social deste país", disse o número três do partido, de acordo com o PSOE em um comunicado.

Além disso, o partido socialista explicou em detalhes as medidas tomadas contra os casos de corrupção e assédio que levaram Sumar a solicitar essa reunião.

"A posição do PSOE em relação a qualquer sinal de corrupção é clara e firme: tolerância zero. Sempre agimos com firmeza e rapidez diante de qualquer conduta que vá contra os valores e princípios representados por essas siglas. Temos demonstrado isso e continuaremos a fazê-lo", acrescentou Torró.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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