Europa Press/Contacto/Li Yuanqing
MADRID 16 jul. (EUROPA PRESS) -
As milícias pró-iranianas da Resistência Islâmica no Iraque afirmaram nesta quinta-feira que estão oferecendo uma recompensa de dez milhões de dólares (8,7 milhões de euros) em troca do assassinato do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
“A Resistência Islâmica no Iraque anuncia a oferta de uma recompensa financeira de dez milhões de dólares, arrecadada graças às doações de seus membros leais e simpatizantes convictos, que será concedida a quem matar o criminoso Trump”, afirmaram em um comunicado.
As milícias tomaram essa decisão em resposta ao que classificaram como “fanfarronice” por parte do ocupante da Casa Branca sobre seu papel no assassinato do comandante da Guarda Revolucionária Iraniana, Qasem Soleimani, e do ex-líder das Forças de Mobilização Popular iraquianas (PMF), Abu Mahdi al Muhandis, fatos que ocorreram no início de 2020 no Aeroporto Internacional de Bagdá.
“A prova mais eloquente do declínio moral do governo dos Estados Unidos é que o criminoso Trump se vangloria de sua traição e agressão ao atacar os líderes mártires da vitória, o comandante Qassem Soleimani e Abu Mahdi al Muhandis. Essa fanfarronice descarada não fez senão aumentar a nobreza e a imortalidade de seu sangue puro, e não deixou ao seu assassino nada além da desonra e da vergonha eternas que o perseguirão a ele e ao seu governo enquanto viverem”, diz o comunicado.
Sua declaração surge depois que o presidente dos Estados Unidos recebeu, nesta semana, na Casa Branca, o primeiro-ministro do Iraque, Ali al Zaidi, em um encontro no qual afirmou que foi ele próprio quem matou Soleimani.
“Fui eu quem o matei. Uma pessoa muito má se foi. Por acaso, ele estava se reunindo no aeroporto e uma pessoa muito má do Iraque, que acabou sendo um líder iraquiano, morreu nesse mesmo ataque”, declarou.
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