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MADRID 25 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da República Dominicana informaram que mais de 35.000 cidadãos do Haiti foram deportados durante o mês de agosto como parte das políticas anti-imigração implementadas pelas autoridades dominicanas, que levaram à expulsão de cerca de 250.000 migrantes em situação irregular durante o primeiro semestre do ano.
A Direção Geral de Migração (DGM) indicou que um total de 35.276 expulsões foram registradas durante o mês, embora outros 115.000 haitianos tenham deixado o país por vontade própria em 2025.
Essa política, que reflete uma intensificação da política de migração, foi denunciada por grupos de direitos humanos que consideram que ela implica a "estigmatização" dos migrantes e um ato de "perseguição" contra pessoas que estão em situação de vulnerabilidade e que estão fugindo de seus países de origem devido à violência.
No entanto, o governo continua promovendo esse tipo de medidas, semelhantes às defendidas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que fez do discurso antimigratório uma de suas principais bandeiras e que defende a continuidade da aceleração das deportações.
Os dados coletados em junho passado pelas autoridades dominicanas mostraram um aumento de cerca de 5,1% nas deportações em comparação com abril e um aumento de 19,9% em comparação com os números coletados em março.
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