Publicado 23/04/2025 15:56

Representantes ucranianos insistem com o enviado de Trump sobre a prontidão para um cessar-fogo incondicional

15 de abril de 2025, Odesa, Oblast de Odesa, Ucrânia: O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy ouve os líderes empresariais durante uma reunião sobre os desafios enfrentados pela economia sob constante ataque da Rússia, em 15 de abril de 2025, em Odesa,
Europa Press/Contacto/Ukraine Presidency/Ukrainian

MADRID 23 abr. (EUROPA PRESS) -

Um grupo de representantes ucranianos se reuniu nesta quarta-feira em Londres com o enviado presidencial dos Estados Unidos para a Ucrânia e a Rússia, Keith Kellogg, no qual reiteraram sua vontade de chegar a um acordo de cessar-fogo incondicional para deter os ataques russos.

A delegação ucraniana - incluindo o ministro das Relações Exteriores, Andri Sibiga, o ministro da Defesa, Rustem Umerov, e o chefe do gabinete presidencial ucraniano, Andri Yermak - enfatizou que o cessar-fogo deve ser o primeiro passo para as negociações de uma paz "justa e duradoura".

O lado ucraniano aproveitou a oportunidade para expressar a Kellogg sua "esperança de que isso se alinhe com a visão do presidente dos EUA, Donald Trump", que na quarta-feira acusou seu colega ucraniano, Volodymyr Zelensky, de bloquear um acordo ao defender sua soberania sobre a Crimeia.

De fato, Yermak enfatizou que "sob quaisquer circunstâncias, a Ucrânia defenderá suas posições de princípio durante as negociações, pois elas constituem a base de sua soberania e integridade territorial", de acordo com uma breve declaração da presidência ucraniana.

Essa reunião entre representantes ucranianos e norte-americanos estava programada desde a semana passada, embora o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, devesse participar, mas recusou o convite na tarde de terça-feira.

Essa medida levou os ministros das Relações Exteriores do Reino Unido, da Alemanha e da França, que também deveriam participar da reunião, a adiar o encontro e reduzi-lo a uma reunião de enviados de nível inferior, como acabou acontecendo.

A reunião ocorreu em um contexto marcado pela pressão dos Estados Unidos para que Kiev e Moscou avancem em direção a um acordo de paz, sob a ameaça de Washington abandonar o papel de negociador que adotou com o retorno de Trump à Casa Branca.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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