MADRID 28 jun. (EUROPA PRESS) -
O chanceler da Universidade da Virgínia, James E. Ryan, anunciou sua renúncia após a abertura de uma investigação pela administração do presidente Donald Trump sobre as políticas de diversidade dessa instituição educacional.
Ryan convocou a direção da universidade na sexta-feira e lhes comunicou sua decisão de renunciar, segundo a carta do próprio Ryan publicada nas redes sociais.
O Departamento de Justiça havia exigido a renúncia de Ryan para resolver uma investigação sobre práticas educacionais de igualdade e inclusão, segundo o The New York Times, que também divulgou a notícia da renúncia.
"Resumindo: quero lutar por aquilo em que acredito e acredito profundamente nesta universidade, mas não posso tomar a decisão unilateral de lutar contra o governo federal para salvar meu próprio emprego", afirma a carta de renúncia de Ryan.
"Fazer isso não seria apenas quixotesco, mas pareceria egoísta diante de centenas de trabalhadores que perderiam seus empregos, pesquisadores que perderiam seus financiamentos e centenas de estudantes que poderiam perder apoio financeiro ou ter seus vistos suspensos.
O Conselho de Curadores da universidade já votou em março pela dissolução de seu escritório de Diversidade, Equidade e Inclusão, seguindo a ordem do governo Trump contra esses programas, sob ameaça de perder o financiamento federal.
No entanto, o Departamento de Justiça acusou a universidade de não ter desmantelado a agência e enviou uma carta em 17 de março instando a instituição a agir rapidamente, de acordo com o "The New York Times".
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