MADRID 24 abr. (EUROPA PRESS) -
O governo do Reino Unido anunciou o levantamento das sanções contra as principais instituições de segurança da Síria, incluindo os ministérios da Defesa e do Interior e os serviços de inteligência, como parte de uma política de aproximação com as autoridades de transição que surgiram após a queda do regime de Bashar al-Assad.
A derrubada de al-Assad em dezembro e a ascensão ao poder do ex-líder jihadista Ahmed al-Shara, agora presidente de transição, levou muitos blocos e governos ocidentais a repensar a adequação das punições impostas após a eclosão da guerra civil em 2011.
O Ministério das Finanças britânico confirmou na quarta-feira uma revisão da lista negra imposta contra indivíduos ou entidades "envolvidos na repressão da população civil na Síria" ou "apoiando ou beneficiando o regime sírio", sem dar mais detalhes.
Como resultado, doze organizações, incluindo o escritório de suprimentos do exército e vários meios de comunicação, não estarão mais sob ameaça de congelamento de bens.
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