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MADRID, 2 abr. (EUROPA PRESS) -
O governo britânico ampliou na quarta-feira sua lista de autoridades estrangeiras sancionadas por corrupção, incluindo juízes georgianos, promotores guatemaltecos e uma suposta rede russa na Moldávia que tentou distorcer o resultado do referendo de adesão à UE.
Entre os juízes georgianos estão Levan Murusidze e Mijeil Chinchaladze, a quem Londres acusa de usar seus cargos, um na Alta Corte de Justiça da Geórgia e o outro na Corte de Apelação de Tbilisi, para "influenciar" e "minar o estado de direito" em favor do partido pró-russo Georgian Dream.
Londres também tem como alvo membros da ONG russa Eurasia, incluindo sua diretora Nellie Parutenko e Natalia Paraska por, em colaboração com o oligarca fugitivo da Moldávia Ilan Shor, cometer atos de corrupção ligados, de acordo com a Moldávia, à compra de votos no referendo constitucional de 2024.
Também estão incluídos nessa lista promotores guatemaltecos, como a atual diretora do Ministério Público, Consuelo Porras, José Rafael Curruchiche, Cinthia Monterroso, entre outros, já sancionados pelos Estados Unidos e Canadá por corrupção, bem como o ex-presidente Alejandro Giammattei.
O ex-presidente guatemalteco teria recebido subornos e favorecido a reeleição de Porras como chefe da Procuradoria Geral da República para evitar ser investigado, de acordo com as autoridades britânicas.
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