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MADRID 7 jul. (EUROPA PRESS) -
Na segunda-feira, o Reino Unido anunciou novas sanções contra o chefe das tropas de defesa radiológica, química e biológica das Forças Armadas russas, o major-general Alexei Rtishchev, e seu vice, o major-general Andrei Marchenko.
De acordo com a lista atualizada pelo governo britânico, tanto Rtishchev quanto Marchenko "são ou foram responsáveis por se envolver ou promover atividades proibidas relacionadas a armas químicas" e estiveram envolvidos em sua transferência e uso na Ucrânia.
Nesse novo pacote de sanções, Londres também incluiu o Instituto de Pesquisa Científica de Química Aplicada, que "forneceu granadas de choque RG-VO ao exército russo", usadas "como método de guerra contra a Ucrânia" em violação à Convenção sobre Armas Químicas.
As sanções ocorrem depois que a inteligência alemã acusou, na última sexta-feira, o exército russo de aumentar o uso de armas químicas, o que, de acordo com o Bundesnachrichtendienst (BND), tornou-se "prática padrão" no contexto da guerra.
Kiev já denunciou em janeiro de 2024 o uso de granadas RG-VO contendo o produto químico CS, um tipo de gás lacrimogêneo. O uso de tais armas é proibido pela Convenção de Armas Químicas da ONU, da qual a Rússia é signatária.
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