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MADRID 26 jul. (EUROPA PRESS) -
Os secretários de Relações Exteriores e do Interior do Reino Unido, David Lammy e Yvette Cooper, respectivamente, anunciaram na sexta-feira que Hong Kong sairá da Lei de Extradição britânica após a emissão de mandados de prisão e recompensas para vários cidadãos que vivem no exterior acusados de organizar uma eleição paralela às instituições de Hong Kong e da China para instituir uma nova constituição.
As medidas impostas por Hong Kong afetam os cidadãos residentes no Reino Unido, e as autoridades britânicas decidiram, portanto, romper os vínculos de extradição entre os dois territórios.
Para as autoridades estrangeiras e de assuntos internos, essa é mais uma evidência de "repressão transnacional" e elas expressaram sua oposição à Lei de Segurança Nacional, uma lei que inclui penalidades severas para traição e sedição e que atraiu críticas da comunidade internacional.
"Levamos muito a sério a proteção de seus direitos, liberdades e segurança e não toleraremos nenhuma tentativa de governos estrangeiros de coagir, intimidar, assediar ou prejudicar seus críticos no exterior", diz a declaração.
A polícia de Hong Kong impôs na sexta-feira recompensas entre um milhão de dólares de Hong Kong (cerca de 100.000 euros) e 200.000 dólares de Hong Kong (cerca de 21.000 euros) contra 19 cidadãos que vivem no exterior por tentarem "subverter o poder do Estado", organizando uma votação na Internet com o objetivo de obter uma nova constituição de Hong Kong.
"Colocar em risco a segurança nacional é um crime muito sério e tais atos ou atividades podem ter consequências extremamente graves", disse a polícia em um comunicado.
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