Europa Press/Contacto/Simon Chapman - Arquivo
MADRID 24 jul. (EUROPA PRESS) -
O governo do Reino Unido respondeu ao Irã que as Forças Armadas estão prontas 24 horas por dia, 7 dias por semana, para se defender de um eventual ataque iraniano, depois que Teerã afirmou que o país é um alvo legítimo por ter permitido o uso de bases britânicas para o lançamento de ataques norte-americanos no país da Ásia Central.
Em declarações divulgadas pelo jornal “Telegraph”, o Executivo britânico respondeu às ameaças da República Islâmica afirmando que as Forças Armadas estão “preparadas 24 horas por dia, 7 dias por semana, para defender” o Reino Unido de “qualquer tipo de ataque, seja em seu território ou vindo do exterior”.
Da mesma forma, enfatizou que mantém uma abordagem em camadas no que diz respeito à defesa antiaérea e antimísseis, tanto da Marinha Real, do Exército Britânico quanto da Força Aérea Real, “equipados com uma ampla gama de recursos avançados, em estreita colaboração com nossos aliados da OTAN”.
“A posição do Reino Unido em relação ao conflito continua a mesma: estamos comprometidos em defender nosso povo, nossos interesses e nossos aliados, agindo em conformidade com o Direito Internacional e sem nos deixarmos arrastar para um conflito mais amplo”, afirmou o governo britânico, que, com a chegada de Andy Burnham, deu continuidade à política de permitir operações militares dos Estados Unidos, no âmbito da guerra contra o Irã.
Essa mensagem surge depois que o Irã colocou o Reino Unido na mira, após o ataque norte-americano com um bombardeiro B-1 posicionado na base aérea de Fairford, no condado de Gloucestershire, no sudoeste do Reino Unido.
O aviso foi reiterado nesta mesma sexta-feira pelo ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, que afirmou que a “participação, cooperação ou assistência na prática de atos de agressão contra o Irã acarretará responsabilidade internacional para as partes envolvidas”.
Dessa forma, ele indicou que Teerã “se reserva o direito de adotar todas as medidas necessárias no âmbito da legítima defesa”.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático