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MADRID 6 mar. (EUROPA PRESS) - O ministro da Defesa do Reino Unido, John Healey, evitou nesta quinta-feira, por duas vezes, descartar que o país britânico se junte à ofensiva contra o Irã iniciada no último sábado pelos Estados Unidos e Israel, alegando que “é preciso estar disposto a adaptar as medidas que são tomadas”.
“À medida que as circunstâncias mudam em qualquer conflito, é preciso estar disposto a adaptar as medidas tomadas”, afirmou Healey em entrevista à emissora britânica Sky News durante uma visita à base da Força Aérea do Reino Unido em Akrotiri, Chipre, que foi atacada por um drone no início desta semana.
Em suas declarações, o responsável pela pasta militar negou por duas vezes descartar a possibilidade de o Exército britânico se juntar à ofensiva americano-israelense, que já deixou mais de mil mortos no Irã, com destaque para o líder supremo, o aiatolá Alí Jamenei.
Apesar disso, Healey quis sublinhar que “tudo” o que o Reino Unido fez até agora no âmbito da guerra “é defensivo, legal e coordenado com outros aliados”, aludindo a decisões como a utilização de helicópteros antidrones Wildcat, o envio do contratorpedeiro HMS Dragon para o Mediterrâneo oriental e a reunião de planejadores para coordenar uma resposta internacional.
A visita do chefe da Defesa britânico à base em território cipriota ocorre após o ataque com drones na segunda-feira, embora nesta quinta-feira as forças do Reino Unido tenham abatido vários drones, pelo menos um dos quais se dirigia à instalação militar de Akrotiri. Isso foi informado pelo primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, em uma intervenção nesta quinta-feira, na qual anunciou o envio de helicópteros antidrones para Chipre, bem como de quatro caças Typhoon para reforçar as capacidades da Força Aérea no Catar, em meio à escalada bélica no Oriente Médio.
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