MADRID 12 set. (EUROPA PRESS) -
O governo do Reino Unido anunciou nesta sexta-feira uma nova série de mais de cem sanções contra navios, indivíduos e entidades que acusa de facilitar o trânsito de petróleo ou equipamentos militares para a Rússia, em um momento em que o presidente russo Vladimir Putin "continua a escalar a guerra, aterrorizando os ucranianos com mísseis e drones e matando civis inocentes".
O executivo de Keir Starmer lamentou o fracasso de Putin em tomar medidas para uma resolução pacífica do conflito, acrescentando à sua lista negra 70 embarcações ligadas à "frota sombra", por meio da qual a Rússia continuaria a exportar combustíveis fósseis, apesar das sucessivas rodadas de punições emitidas pela comunidade internacional.
Além disso, as sanções têm como alvo 30 indivíduos e entidades envolvidos no fornecimento de equipamentos eletrônicos, produtos químicos ou explosivos que poderiam ser usados pela Rússia para a produção de armas. Esse grupo inclui empresas sediadas na China, na Turquia e no Azerbaijão.
A nova ministra britânica das Relações Exteriores, Yvette Cooper, que inaugura seu mandato com uma primeira viagem a Kiev, enfatizou em uma declaração que "o Reino Unido não ficará parado enquanto Putin continuar sua invasão bárbara na Ucrânia". Ela disse que é "vital" que as medidas continuem a ser tomadas para "aumentar a pressão econômica sobre a Rússia e cortar o fluxo de dinheiro que ela precisa desesperadamente para pagar por sua guerra ilegal".
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